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Os três nomes de Jair Bolsonaro em Rondônia nas eleições de 2022: Marcos Rocha, Rogério e Cassol

Porto Velho, RO – Encerrado o prazo para realização de convenções e, consequentemente, também terminadas as possibilidades de lançamentos de candidaturas, as “cartas” estão postas na mesa.

E com os nomes à disposição da sociedade, ao menos três entre os postulantes ao Palácio Rio Madeira têm uma “árvore” retórica para se escorar e usufruir da sombra e dos frutos: no caso, o bolsonarismo, ainda bastante popular em Rondônia.

São eles: Marcos Rocha, do União Brasil, que busca a reeleição; seu xará, Marcos Rogério, do PL, correligionário do presidente da República, o “pit bull governista”, segundo a imprensa nacional; e Ivo Cassol, do Progressistas, ex-mandatário do Estado.

Já pela meiota do tabuleiro vem o deputado federal Léo Moraes, do Podemos, um neutrão quando o assunto é a União e seu representante. Portanto, o congressista encontra-se num contexto bastante confortável porque dependendo da plateia, do público, e da fatia do eleitorado, pode excursionar da esquerda à direita colhendo dividendo políticos lá e cá.


Moares já “tietou” Bolsonaro, mas não é de se manifestar publicamente a seu favor, conservando, portanto, o trânsito também pela esquerda / Divulgação

Já no flanco canhoto estão Daniel Pereira, do Solidariedade, com apoio do PSB e do PT; e Pimenta de Rondônia, do PSOL, fechado com a Rede Sustentabilidade. Estes, claro, definitivamente não estão com Messias; muito pelo contrário, seus motes de campanha devem ser, para todos os efeitos, o “escalpelamento” do governo federal tirando cascas críticas do Executivo estadual.

Sejam direita ou esquerda; lulistas ou bolsonaristas, levando em conta, claro, a isenção também, o alvor-mor da corrida local é Marcos Rocha por ser o atual governador, e porque, como cantava o saudoso Dominguinhos, “quem tá fora quer entrar”.

E, no caso do militar, “quem tá dentro não quer sair”, numa adaptação livre do trecho seguinte relacionado ao cântico.

Focando no trio destro, a única ressonância recíproca que se vê publicamente levando em conta exclusivamente manifestações em redes sociais é a envolta à parceria Bolsonaro-Marcos Rocha, vez que o presidente exaltou a iniciativa do governador em contribuir com a pauta da redução do ICMS dos combustíveis.

Marcos Rogério ganha uns tapinhas nas costas eventualmente por conta de sua atuação na CPI da COVID-19; e Ivo Cassol chegou a dizer que não precisa de Bolsonaro, mas o contrário: na visão de Narciso, o presidente é quem precisa dele.


Pela esquerda estão Daniel Pereira, do Solidariedade, e Pimenta de Rondônia, do PSOL / Reprodução

Em suma, além de enfrentarem Léo Moraes, Daniel Pereira e Pimenta de Rondônia, os bolsonaristas também vão brigar pela significativa porção de cidadãos patriotas, liberais e conservadores a fim de preservar, no caso de Rocha, ou assumirem, levando em conta os desejos de Rogério e Cassol, as rédeas do Poder. E ainda há o Valclei Queiroz (Agir).

A partir de agora a peleja fica mais séria do que nunca e o pleito pulula entre o povo.

O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 02 de outubro, daqui a menos de dois meses.

 

Rondoniadinamica

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